O mercado de trabalho formal apresentou saldo positivo de 114 empregos em junho de 2026, conforme os dados apresentados no Novo Caged. Foram registradas 559 admissões e 445 desligamentos, resultado que indica crescimento líquido do número de postos de trabalho. O estoque total chegou a 12.638 vínculos formais ativos, com forte concentração nos setores de Serviços e Comércio, que, juntos, respondem por aproximadamente 77,3% dos empregos com carteira assinada em Jales.
Os dados do Caged são baseados nas movimentações de admissões e desligamentos informadas pelos empregadores. O estoque corresponde ao total de vínculos formais ativos.
O setor de Serviços concentra o maior número de empregados, com 5.263 vínculos, o equivalente a 41,6% do estoque total. O segmento também foi o principal responsável pela geração de novos postos no período, com saldo positivo de 58 empregos.
Na sequência aparece o Comércio, que possui 4.508 empregados, correspondentes a 35,7% do estoque, e registrou saldo positivo de 31 vagas. Juntos, os dois setores somam 9.771 trabalhadores, evidenciando o peso das atividades terciárias na estrutura do emprego no município.
INDÚSTRIA
A Indústria aparece em terceiro lugar, com 2.526 trabalhadores, representando cerca de 20% do estoque total. Apesar de possuir um contingente menor que Serviços e Comércio, o setor apresentou desempenho positivo, com 29 novos postos de trabalho no período. O resultado coloca a Indústria praticamente no mesmo nível do Comércio em termos de geração líquida de empregos no mês.
REDUÇÃO
A Construção possui um estoque de 157 empregados e registrou saldo praticamente estável, com apenas uma vaga criada. Já a Agropecuária foi o único setor a apresentar saldo negativo. O segmento tinha 184 trabalhadores no estoque e registrou uma admissão contra seis desligamentos, resultando na perda líquida de cinco postos de trabalho.
Mercado formal cresce, mas concentração permanece
Os números do Caged mostram que o crescimento do emprego está concentrado principalmente nos setores que já possuem os maiores estoques. Serviços, Comércio e Indústria responderam por 118 novos postos, enquanto Construção e Agropecuária tiveram resultado conjunto de -4 vagas. Muito provavelmente por conta da sazonalidade
O saldo final, portanto, ficou em +114 empregos no mês de junho.A variação representa cerca de 0,9% do estoque de trabalhadores, indicando uma expansão moderada do mercado formal no período.
VARIAÇÃO ANUAL
Quando o recorte abrange todos os meses do ano, o resultado da avaliação é praticamente o mesmo. Entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2026, o balanço entre admissões de demissões foi de 280 novos postos abertos. O maior gerador de empregos no período foi o de Serviços com saldo de 199 empregos formais, seguido pela Indústria com 53, a Construção com 13, a Agropecuária com 8 e o Comércio com 7.
TEMPO DE SERVIÇO
A novidade implementada pelo Ministério do Trabalho foi a divulgação do tempo médio de emprego de cada setor. Novamente a liderança é do setor de Serviços, onde os profissionais permaneceram, em média, 24,2 meses empregados. No Comércio o tempo médio e de 21,8meses, na Agropecuária, 12, 8; na Indústria 10,7 meses.
Serviços e Comércio concentram mais de 77% dos empregos formais, aponta Caged
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