Sábado, Março 7, 2026

Vereador quer saber motivos que levaram ao fechamento do Museu Municipal

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Durante a Sessão Ordinária realizada na Câmara Municipal na manhã da última segunda-feira, dia 23, o vereador Nivaldo Batista de Oliveira (PSD), o Tiquinho, apresentou um requerimento endereçado ao Poder Executivo de Jales, questionando se o Museu Municipal, instalado no Espaço Cultural “Dr. José Carlos Guisso” foi fechado.

Segundo o diretor de divisão da Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo de Jales (SMECT), Ademir Molina, o Museu Municipal foi fechado a pedido do secretário municipal de administração do então prefeito Humberto Parini (PT), José Shimomura, em 2010.

O último evento realizado nas dependências do Museu foi a exposição fotográfica “Hiroshima e Nagasaki, um agosto para nunca esquecer”, promovida de 2 a 10 de agosto de 2010, pela regional de Jales da Associação Paulista de Medicina (APM). Para que o evento acontecesse, o Museu precisou ser esvaziado e algumas peças acabaram sendo danificadas nesse processo, como, por exemplo, a réplica da Igreja Bom Jesus, construída pelo historiador Genésio Mendes Seixas. As peças foram amontoadas em uma sala nos fundos da Biblioteca Municipal.

Tiquinho indaga a prefeitura se existe a possibilidade de o Museu ser reaberto. No requerimento apresentado, Tiquinho explicou que os museus são uma forma da sociedade expor seu passado, presente e sua cultura material. É um local que tem como função a preservação do patrimônio cultural de um povo e a manutenção e valorização de sua identidade.

O vereador quer saber ainda para onde foram removidas as peças que estavam em exibição e se elas estão armazenadas de modo a evitar que se deteriorem.

Em conversa com a equipe de reportagem do jornal A Tribuna, Ademir Molina ressaltou que as instalações físicas do prédio que abrigava o Museu Municipal apresentam diversos problemas. “Assim como nosso Teatro e Biblioteca, o prédio do Museu, no Espaço Cultural “Dr. José Carlos Guisso também possui diversas infiltrações e vazamentos. O forro do teto está caindo e isso coloca em risco a vida dos frequentadores. Estamos correndo atrás de recursos que viabilizem a reforma. Existe um projeto no Ministério do Turismo, no valor de R$ 800 mil que garantiria as reformas internas e externas no Teatro e no Espaço Cultural, além da aquisição de equipamentos, mas o Ministério também está sem recursos. Oficializei o prefeito sobre a necessidade das reformas, e o secretário de Planejamento, Nilton Suetugo, me informou que a previsão para reforma do espaço é para o início de 2018”.

O requerimento foi aprovado por unanimidade e encaminhado ao Poder Executivo. Todos os requerimentos e suas respostas ficam disponíveis ao público no site da Câmara Municipal (www.jales.sp.leg.br).

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